sábado, 12 de abril de 2008

29/03/2008 08:13 -


Reminiscência...

Deu-me vontade nesta manhã esplendorosa ,de dizer aqui um poema que é o meu carro-chefe.(Um paradoxo)

ENCONTRO DE TEMPESTADES

  • Lá fora o vento uiva furioso.
  • Árvores vergam num sinistro gozo
  • Nuvens de pó sufocam nossa alma.
  • À rua eu saio, alheia, oprimida,
  • Na fúria da Tormenta, atraída,
  • em meio ao Furacão, buscando calma!
  • Começa a chuva. Em pingos, lentamente,
  • molhando, refrescando a alma da gente,
  • Carícia tão fugaz que me seduz.
  • E a Tempestade que do céu emana,
  • com a Procela do meu ser se irmana
  • E seguem juntas procurando luz!
  • (...)
  • Pararei por aqui, o poema é grande e porque hoje é Sábado. Fim de semana, quando a maioria das pessoas jovens e alegres buscam o seu entretenimento; não quero ficar piegas não faz o meu gênero; o que passou, passou jamais voltará, o caminho está aí para ser percorrido sem lamentações e de preferência, sem as pedras do famoso poeta.

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