Reminiscência...
Deu-me vontade nesta manhã esplendorosa ,de dizer aqui um poema que é o meu carro-chefe.(Um paradoxo)
ENCONTRO DE TEMPESTADES
- Lá fora o vento uiva furioso.
- Árvores vergam num sinistro gozo
- Nuvens de pó sufocam nossa alma.
- À rua eu saio, alheia, oprimida,
- Na fúria da Tormenta, atraída,
- em meio ao Furacão, buscando calma!
- Começa a chuva. Em pingos, lentamente,
- molhando, refrescando a alma da gente,
- Carícia tão fugaz que me seduz.
- E a Tempestade que do céu emana,
- com a Procela do meu ser se irmana
- E seguem juntas procurando luz!
- (...)
- Pararei por aqui, o poema é grande e porque hoje é Sábado. Fim de semana, quando a maioria das pessoas jovens e alegres buscam o seu entretenimento; não quero ficar piegas não faz o meu gênero; o que passou, passou jamais voltará, o caminho está aí para ser percorrido sem lamentações e de preferência, sem as pedras do famoso poeta.

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