segunda-feira, 29 de março de 2010

O Julgamento do Ano

O JULGAMEMNTO DO ANO

Ressoa ainda nos ares e lares de todo o mundo, a sentença proclamada pelo Júri, da condenação do casal Nardoni, baseada em provas concludentes que parecem não deixar sombras de dúvidas.
E daí?
Convenceram à Imprensa escrita, falada , televisiva, (mídia), e à imensa população julgadora que já havia dado o seu veredicto antes que os réus se apresentassem impassíveis diante do Juiz.
E agora?
Haverá neste mundo de Deus, seres humanos com tamanha capacidade de mentir? De guardar dentro de si, algo tão escabroso que pesará em suas frágeis mentes destruindo seus neurônios a cada átimo de segundo? Como viver o resto do dia da existência, carregando nos ombros a acusação de um crime hediondo que insistem em negar?
Há os que crêem em suas inocências, mesmo sem estarem na hora exata e no local macabro; como seus pais, amigos, e advogados de defesa fazendo o seu trabalho árduo e inglório.
Tudo e todos indicam a culpabilidade do casal e aceitam sua sentença condenatória. A defesa não satisfeita seguirá os trâmites legais através da apelação a que têm direito.
Agora me pergunto: É possível a um ser humano por mais cruel que seja, levar a cabo o assassínio de uma criança indefesa que dependia de seus cuidados, e guardar dentro si esta monstruosidade para todo o sempre, sem confessá-lo?
Esperei ouvir até a última hora do julgamento, que, atordoados por provas tão evidentes, um dos réus não suportando a carga, a descarregasse ali mesmo, tornando menos leve, ((quem sabe?) a sua sentença e finalizando mais um crime de terror em nosso País.
No entanto, podemos esperar tudo de um ser vivente, quando a sua racionalidade, ganha o (I), transformando-o em simples criatura.
Mas, deixemos em aberto:
Se não foram eles, que se descubram os criminosos!
Quem sabe agora, com mais uma geringonça tecnológica tentando descobrir pensamentos, a Mentira, presença constante em tantas cabeças, seja erradicada de vez para sempre e possamos voltar a crer na humanidade.

Nenhum comentário: