De Felicidade Também se Chora
Alguém já foi amada assim?
I
“A vida, dar-te toda eu quisera!
Mas impossível já o é agora
Não poderei, bem sei, doce quimera,
Oferecê-la tal sonhei outrora!
Dedicá-la de que forma eu pudera,
Se de mim, num raiar de bela aurora,
P’ra ti a levaste sem que eu soubera,
Desde aquele instante, desde aquela hora!
Aconteceu num sol de Primavera,
Quando a mim pareceste tal qual mera
Ilusão, acenando praia a fora...
E hoje, olhando a vida que tivera
A que tenho, a que sei que ‘inda me espera,
De felicidade sim, Também se Chora!!
Jorge Lucio Bittencourt (pai) 1950
Alguém já foi amada assim?
I
“A vida, dar-te toda eu quisera!
Mas impossível já o é agora
Não poderei, bem sei, doce quimera,
Oferecê-la tal sonhei outrora!
Dedicá-la de que forma eu pudera,
Se de mim, num raiar de bela aurora,
P’ra ti a levaste sem que eu soubera,
Desde aquele instante, desde aquela hora!
Aconteceu num sol de Primavera,
Quando a mim pareceste tal qual mera
Ilusão, acenando praia a fora...
E hoje, olhando a vida que tivera
A que tenho, a que sei que ‘inda me espera,
De felicidade sim, Também se Chora!!
Jorge Lucio Bittencourt (pai) 1950

Nenhum comentário:
Postar um comentário