
Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008
Dia de Chuva
A chuva não pára. Nem lá fora, nem dentro de mim. É um toró, atrás do outro. Quando menos se espera, vem uma lambada, deslanchando as nuvens; e, não há reza braba que dê jeito.O que podemos fazer diante desta Natureza soberana, e às vezes tão cruel quando se vinga dos males, que cometemos contra ela, e nos curva à sua vontade, sem nos deixar direito a apelações.Os ambientes gelam, os nervos congelam e a gente não consegue encontrar o nosso ponto de apoio; nos deixamos levar junto às nuvens cinzentas, procurando achar um pouco de luz, neste dia conturbado e cheio de surpresas.Mas convenhamos que, se não caíssem essas lágrimas do céu, pedindo socorro à humanidade que pare com tanto desacerto; morreríamos todos sedentos e famintos, pois o Astro Rei, nos sufocaria com o seu calor intenso exterminando da face da Terra, tudo o que é belo, o que tem vida.Portanto, só cabe a nós pobres mortais, viver e conviver com os desígnios que nos são impostos lá do Alto Comando; mas, quanto a chuva que nos afoga o peito, a razão e o coração, temos o livre arbítrio de pará-la, abrindo as janelas da alma e deixando entrar um pouco de Sol.
Postado por Regina Lagos às 10/09/2008 0 comentários
Marcadores: CHUV
Dia de Chuva
A chuva não pára. Nem lá fora, nem dentro de mim. É um toró, atrás do outro. Quando menos se espera, vem uma lambada, deslanchando as nuvens; e, não há reza braba que dê jeito.O que podemos fazer diante desta Natureza soberana, e às vezes tão cruel quando se vinga dos males, que cometemos contra ela, e nos curva à sua vontade, sem nos deixar direito a apelações.Os ambientes gelam, os nervos congelam e a gente não consegue encontrar o nosso ponto de apoio; nos deixamos levar junto às nuvens cinzentas, procurando achar um pouco de luz, neste dia conturbado e cheio de surpresas.Mas convenhamos que, se não caíssem essas lágrimas do céu, pedindo socorro à humanidade que pare com tanto desacerto; morreríamos todos sedentos e famintos, pois o Astro Rei, nos sufocaria com o seu calor intenso exterminando da face da Terra, tudo o que é belo, o que tem vida.Portanto, só cabe a nós pobres mortais, viver e conviver com os desígnios que nos são impostos lá do Alto Comando; mas, quanto a chuva que nos afoga o peito, a razão e o coração, temos o livre arbítrio de pará-la, abrindo as janelas da alma e deixando entrar um pouco de Sol.
Postado por Regina Lagos às 10/09/2008 0 comentários
Marcadores: CHUV

Nenhum comentário:
Postar um comentário